Domingo, 14 de Agosto de 2011

UMA VIAGEM À ÍNDIA

- Prémio Fernando Namora/Casino Estoril 2011

- Grande prémio Romance e Novela, Associação Portuguesa de Escritores

- Prémio Melhor Narrativa Ficcional, 2010 da Sociedade Portuguesa de Autores

- Prémio Especial de Imprensa, Ler/Booktailors - Melhor Livro 2010

- Premiado no Portugal Telecom (Brasil, 2011)

- Prémio Fundação Inês de Castro




Sobre Uma Viagem à Índia

Discurso do Presidente da República - na atribuição do Prémio

http://www.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=4&t=Uma-Viagem-a-India-de-Goncalo-M-Tavares-vai-ser-uma-referencia-na-literatura-mundial-diz-membro-do-juri-da-APE. rtp&article=455419
Viagem

Sábado, 16 de Julho de 2011

TEXTOS - ENTREVISTAS

ENTREVISTAS







TEXTOS









SITE



TEATRO-DANÇA













Teatro, Brasil, O Bairro - Curitiba, Narrativas do Século XX, Thomas Bernhard e Gonçalo Tavares


ARTES PLÁSTICAS



Obras de Pintura inspirados em "Uma Viagem à índia", Galeria-Livraria Ao Pé das Letras


Terça-feira, 5 de Abril de 2011

Do site http://www.mertin-litag.de/


Gonçalo M. Tavares

Portugal

The Portuguese writer Gonçalo M. Tavares was born in Luanda in 1970 and grew up in Portugal. Beside his work as writer, he teaches Theory of Science at a university in Lisbon. Tavares has surprised his readers with the variety of books he has published since 2001 and has been awarded an impressive amount of literary prizes in a very short time. In 2005 he won the José Saramago Prize for young writers under 35. In his speech at the award ceremony, Saramago commented: Jerusalém is a great book, and truly deserves a place among the great works of Western literature. Gonçalo M. Tavares has no right to be writing so well at the age of 35. One feels like punching him! Jerusalém was also awarded the Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2007.

Tavares’ work has been published in the USA by Dalkey Archive and in France by Hamy, as well as, among others, in Brazil, Israel, Italy, Mexico, Poland and Spain. In Germany, Jerusalem will be launched by the publishing house DVA/Random House in 2011

Recently, his novel Aprender a rezar na Era de Técnica has received the prestigious Prize of the Best Foreign Book 2010 in France. This award has already been given to authors like Gabriel García Márquez, Elias Canetti, John Updike, Mario Vargas Llosa or António Lobo Antunes. This novel was also shortlisted for the renowned French literary awards Femina Étranger Prize and Médicis Prize. Site Mertin-Litag (english)

Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

sobre Uma Viagem à Índia

"como um enredo de Kafka que tivesse sido reescrito por Bernardo Soares"
José Eduardo Agualusa

"Um grande livro de um grande escritor"
Mário de Carvalho

(Time Out)

Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

(entrevista)

A forma de “Uma Viagem à Índia” não é exactamente a forma da poesia em verso e por isso o sentido adquire-se também de maneira distinta. Aqui a forma tem uma outra lógica, impõe pausas e cortes e com isso dá um ritmo de leitura que é completamente distinto: condiciona o modo de ler.

( ) “Uma Viagem à índia” em termos de género é muitas vezes uma coisa e o seu oposto. É também, em parte, um ensaio.

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Esta epopeia do séc. XXI, “Uma Viagem à Índia” conta as aventuras, mais mentais mas também físicas, de uma personagem, Bloom, que sai de Lisboa em fuga em 2003.
É como se, passo a passo, Bloom seguisse o percurso de "Os Lusíadas", mas acompanha-o como se partisse de um mapa de um outro mundo. Os acontecimentos são passados em 2003, com uma personagem de ficção que parece ela mesma saber que é personagem de ficção. Na viagem de Bloom todos os acontecimentos são mínimos, a mesquinhez do que lhe acontece está sempre presente. Não é um herói antigo, é uma personagem de ficção moderna, com as misérias modernas e com a ironia como arma que utiliza para se defender do mundo.
Bloom, em 2003, não está já no mundo das grandes conquistas e das grandes descobertas colectivas. Bloom é uma personagem de ficção que age totalmente sozinho. É um individualista do século XXI.

(Entrevista jornal Público)

Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010

"Uma Viagem à Índia" no Brasil, Angola e Moçambique

Editorial Caminho – 16 Novembro 2010


O mais recente livro de Gonçalo M. Tavares, Uma Viagem à Índia, de que Vasco Graça Moura disse «é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos» vai ser publicado em Moçambique, Angola e Brasil por editoras do grupo Leya. Nestes três países de língua portuguesa, o livro será lançado em Dezembro.


Entretanto, em Portugal o livro está a suscitar uma viva reacção da crítica. Veja a seguir algumas dessas reacções:


«Uma Viagem à Índia é um livro que vai marcar com certeza, não apenas a História da Literatura Portuguesa mas provavelmente a cultura europeia» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/2010).


«Este é um livro a muitos títulos surpreendente. Não pelo ineditismo ou pela novidade das peripécias, não por aspectos empolgantes da acção, mas, desde logo, pela maneira como, nele, caleidoscopicamente tudo se eleva à dignidade de literatura enquanto meio para retratar, talvez dizendo melhor, radiografar a condição humana.» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/10).


«Uma Viagem à Índia, com consciência aguda da sua ficcionalidade, navega e vive entre os ecos de mil textos-objectos do nosso imaginário de leitores. Como são todos os grandes livros, e este é um deles.» (Eduardo Lourenço, prefácio à obra)


«É um livro cheio de fantasmas, fantasmas dos Lusíadas, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma antiepopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos». (Vasco Graça Moura, «A Torto e a Direito», TVI24, 6/11/10)


«Uma obra que o confirma como uma voz absolutamente singular da actual literatura portuguesa. […] Em quase uma década de publicação, Gonçalo M. Tavares, 40 anos, afirmou-se como um «senhor» da literatura. Ousou agora seguir o canto de Camões em Os Lusíadas, mas para narrar a odisseia de um homem simples nos tempos que correm. Uma Viagem à Índia, que acaba de publicar e que Eduardo Lourenço considera uma «navegação de alma pós-moderna», é uma verdadeira epopeia «mental». (Luís Ricardo Duarte e Maria Leonor Nunes, JL, 20/11/10)


«Um texto que se faz a si próprio à medida que avança, desprezador dos códigos literários instituídos, dotado de uma filosofia do corpo […]. Livro absolutamente inolvidável por mais anos que se viva. Ou, de outro modo, um livro para a eternidade.» (Miguel Real, JL, 20/10/10)


«Volume com uma ambição literária ímpar.» (Visão, 11/11/10)


«Sob a forma de uma moderna epopeia (o que nem sempre coincide com uma anti-epopeia), ele é simultaneamente – e essa é uma das razões da sua grandeza – uma figuração interpretativa da época e uma teoria da forma do romance num mundo em que a realidade só fornece a esse género literário e à arte em geral, um terreno desfavorável, de tal modo que o problema central do romance é o fim das formas totais e acabadas. […] [Situamos Bloom na distinta família de que fazem parte o último homem de Nietzsche, o Monsieur Teste de Valéry, o Plume de Michaux, o Bernardo Soares, o Bartleby de Melville […] Mais do que uma personagem, é um princípio irradiante, nome da bloomificação do mundo. É a excelentíssima figura de um péssimo histórico, cultural e antropológico.» (António Guerreiro, Expresso, 6/11/10)


«Uma Viagem à Índia é o momento mais ambicioso de uma obra pessimista que não abdica da memória e da exigência.» (Pedro Mexia, Público, «Ípsilon», 29/10/10)


Segue também o link para o filme de Uma Viagem à Índia, de Gonçalo M. Tavares :

http://www.youtube.com/watch?v=ntelHo27u1o


O Antes e o Depois - Diário digital


O Antes e o Depois de Gonçalo M. Tavares
Texto: Pedro Justino Alves

Diário digital
quarta-feira, 17 de Novembro de 2010 | 11:06

O novo livro de Gonçalo M. Tavares editado pela Caminho vai marcar a literatura portuguesa, ocorrendo desde o seu lançamento um AVI (Antes de «Uma Viagem à Índia») e um DVI (Depois de «Uma Viagem à Índia»). Pelo menos é essa a opinião de Vasco Graça Moura, que, na apresentação da obra, no Centro Cultural de Belém, considerou que o livro «vai marcar com certeza não apenas a História da Literatura Portuguesa, mas provavelmente a cultura europeia».

A coincidência de opiniões entre Zeferino Coelho e Vasco Graça Moura foi comum, embora ambos assegurem que não foi combinada. O editor da Caminho confessou no novo espaço criado no Centro Cultural de Belém (Sala de Leitura Jorge de Sena, «uma biblioteca recente mas que, segundo apurei, é viva e isso é indispensável») o seu «deslumbramento» com a obra, revelando ao mesmo tempo um segredo:

«Na minha vasta carreira só uma vez senti a emoção que passei ao ler «Uma Viagem à Índia». Foi há 30 anos, com «Levantado do Chão», de José Saramago», afirmou o editor, que disse que a obra já está editada em Moçambique e em Angola e que chegará ao Brasil em Dezembro. «É fundamental que este livro saia nos países de língua portuguesa e ainda bem que foi um português a escrevê-lo.»

«Este não é mais um livro, nem sequer mais um bom livro. É um livro que marcará um momento na literatura portuguesa», defendeu Zeferino Coelho, concluindo que, em 2110, «haverá colóquios e congressos com especialistas que vão estudar a passagem «A» ou «B» da obra ou as consequências que esta teve na literatura». Palavras e prognósticos que foram secundados por Vasco Graça Moura.

«É um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos de «Uma Viagem à Índia» (…) Este é um livro a muitos títulos surpreendente. Não pelo ineditismo ou pela novidade das peripécias, não por aspectos empolgantes da acção, mas, desde logo, pela maneira como, nele, caleidoscopicamente tudo se eleva à dignidade de literatura enquanto meio para retratar, talvez dizendo melhor, radiografar a condição humana.»

Se Zeferino Coelho recordou «Levantado do Chão», Vasco Graça Moura referiu que também teve uma epifania, recordando a mesma sensação que sentiu quando leu «Memorial do Convento», também de José Saramago, autor que Gonçalo M. Tavares disse que um dia iria dedicar um dos seus livros («Uma Viagem à Índia» é dedicado a Eduardo Prado Coelho. «É uma maneira de dizer que não esquecemos deles»).

O orador advogou que a obra é difícil de catalogar («Será poesia? Será prosa?»), mas considerou a mesma uma «epopeia», «uma palavra que aparece por diversas vezes ao longo do livro».

«Acredito que Bloom, o protagonista, saiu das páginas de «Ulisses», de James Joyce, mas ele é português (…), o livro retrata a nossa epopeia (…). Bloom é nós todos de certa forma», considerou Vasco Graça Moura, que deixou um recado aos leitores: «Mas muitas vezes é tão importante o percurso como os seus momentos isolados».

Outra matriz que encontramos em «Uma Viagem à Índia», e talvez a mais importante, seja «Os Lusíadas», de Luiz Vaz de Camões.

«Há pontos de contacto entre «Os Lusíadas» e este. A obra de Camões serve como bússola e cartografia no romance, há mais referências do que se pode pensar», sustentou Vasco Graça Moura. «Por exemplo, o aparecimento do Adamastor aparece aqui através de um velho com uma boca enorme e dentes amarelos.».

O orador terminou a sua apresentação com as palavras proferidas por Zeferino Coelho.

«Daqui há um século haverá gente a organizar simpósios e teses sobre a obra de Gonçalo M. Tavares.»

O autor de «Uma Viagem à Índia» ficou desarmado com a exposição de Vasco Graça Moura, salientando que «a leitura completa e meticulosa» do apresentador dispensava o que ele iria dizer sobre o livro.

«Esta leitura apresenta uma leitura muito distinta do prefácio de Eduardo Lourenço e isso, para um autor, é gratificante. Terei de a ler depois com mais calma.»

Tavares disse ainda que «Uma Viagem à Índia» surgiu de uma ideia de responsabilidade com o passado, defendendo que o que diferencia o homem do animal não é o planeamento, mas a memória. «Um dos gestos mais característicos do homem é conservar a memória, olhar para o passado».

O autor admitiu também a sua «aproximação amorosa» aos «Os Lusíadas», «já que qualquer escritor tem de ter a noção de que não é a primeira carroça, antes deles muitos já escreveram coisas maravilhosas, mas também que não é a última e portanto deve deixar algo para os outros».

Devido a sua complexidade, Gonçalo M. Tavares acredita que «Uma Viagem à Índia» exige uma «mudança de posição do leitor, que deve deslocar a sua cadeira, a sua mesa».

Diário digital
quarta-feira, 17 de Novembro de 2010 | 11:06

Segunda-feira, 1 de Março de 2010

Teatro - Brasil

xx narrativas do século xx


http://www.flickr.com/photos/oavestruz/4392348836/


xx narrativas do século xx
Textos de Thomas Bernhard e Gonçalo Tavares
Atores: Mauro Zanatta e Leandro Daniel Colombo
Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: 03 de março Horários: quarta 20h Ingressos: 01 (um) livro não didático Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural http://festadasemana.pop.com.br/curitiba/noticia_view.php?id=5122

Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Le Monde.Fr

"Monsieur Calvino et la promenade", de Gonçalo M. Tavares : quand Italo Calvino promène son ballon
LE MONDE DES LIVRES


Cet hommage ludique d'un écrivain portugais à un auteur italien fait aussi irrésistiblement songer, comme dans un jeu de miroirs, à Antonio Tabucchi mettant en scène, dans son roman Requiem, une rencontre avec Fernando Pessoa, ou imaginant les hétéronymes de l'auteur de Bureau de tabac venant lui dire adieu avant sa mort (Les Trois Derniers Jours de Fernando Pessoa - Un délire, Seuil, 1994)... Une sorte de double aller-retour entre Italie et Portugal placé sous le signe des affinités littéraires.

http://www.lemonde.fr/livres/article/2009/11/12/monsieur-calvino-et-la-promenade-de-goncalo-m-tavares_1266049_3260.html#ens_id=1139230


Monsieur Kraus et la politique
(..)
Le personnage de Monsieur Kraus, impitoyable et réaliste, fait de ce livre le texte le plus engagé du « Bairro » déjà paru. C’est à dessein que Gonçalo M. Tavares a veillé à ne pas rattacher ce texte à une actualité précise, ni même à citer qui que ce soit, car il sait qu’il gardera à jamais sa fraîcheur et sa pertinence… Avec Monsieur Kraus, il est acide et féroce. Le non-sens caractéristique des messieurs est ici porté à son apogée. Ce livre, furieusement drôle, est surtout un pamphlet contre les agissements irresponsables des dirigeants que l’exercice du pouvoir et la vanité aveuglent. C’est l’archétype du chef absolu qui est dépeint dans les chroniques.

Gonçalo M. Tavares signe là une perle de causticité et d’humour.

Jornais de Israel. Entrevista a propósito da tradução em hebraico.

עדכוני תרבות לסלולרי שלך

http://www.nrg.co.il/online/47/ART1/972/882.html

ספידי גונסאלו: ראיון עם גונסאלו טווארש


בשמונה שנים בלבד הוא כתב 23 ספרים. בגיל 35 הוא כבר קיבל את פרס סאראמאגו לספרות ותורגם ל-15 שפות. עכשיו ספרו עטור השבחים "ירושלים" סוף סוף זוכה לתרגום בעברית. ראיון מיוחד עם הסופר הפורטוגלי גונסאלו טווארש על ירושלים של מעלה


כריכת הספר
כריכת הספר
- אבל זה לא מקרי בעיניי שכל הסמלים שאתה בוחר בהם הם סמלים יהודיים מובהקים, או כאלה שקשורים לרדיפות של הנאצים.
"אולי. אני לא מבין מדוע, אבל יש לי קשר מאוד ישיר עם ההיסטוריה היהודית. נראה לי שההיסטוריה של המאה העשרים קשורה לא מעט להיסטוריה היהודית. קראתי הרבה על השואה והדבר השפיע עליי מאוד וגם על יצירתי. אבי השתתף במלחמה קולוניאלית של פורטוגל באנגולה, אבל זה לא השפיע עליי כמו השואה. אני לא רואה את הקולוניזציה או הדה-קולוניזציה כעניין מרכזי ומהותי במאה העשרים כמו השואה. יש לי גם חיבה גלויה לעם היהודי, מכיוון שזה עם שהזדהה תמיד עם ספר ולא עם טריטוריה. עוד דבר שמושך את תשומת לבי זה המספר העצום של אנשים איכותיים בתחום המדע והספרות שיצאו מהעם היהודי".

- האם אתה קתולי או שהתברר לך שמוצא משפחתך הוא מן האנוסים?
"נולדתי עם הרעיון הקתולי ואני אכן קתולי, אבל לא פעיל. באשר לאנוסים, אני לא יודע. לא חקרתי את העבר. אנשים רבים שואלים אותי, בדיוק כמוך, מדוע אני כותב על השואה ולא על המלחמות של פורטוגל או על נושאים נוספים הקשורים לפורטוגל; אני לא יודע מה לענות ואיך לענות. זהו נושא שמושך אותי, וזה כל מה שאני יכול לומר".
חיבה גלויה לעם היהודי. טווארש

- חשבת פעם ללמוד יהדות?
"קראתי לא מעט על יהדות, אבל העניין שלי בה הוא לא דתי. זה עניין אינטלקטואלי ולא דתי; מעולם לא חשבתי להתגייר".


no The Times Literary Supplement
Recensão à edição em língua inglesa de Jerusalem (Dalkey Archive)

"This is a powerful little book and the Dalkey Archive should be commended for bringing it to an anglophone audience. The rest of the "kingdom" series is forth coming; if Jerusalem is anything to go by, Tavares's standing will soon be global."




HTMLGIANT / Random

HTMLGIANT / Great Translations 2009

Blake Butler

Great Translations of 2009

NPR posts their 5 picks for best foreign fiction this year. A nice idea, but would have liked to see more.

globe3t

Here are a few other 2009 releases I read in translation this year and would highly recommend:

Homage to Czerny by Gert Jonke [Dalkey Archive]
The Other City by Michal Ajvaz [Dalkey Archive]
With Deer by Aase Berg (trans. Johannes Göransson) [Black Ocean]
Tranquility by Attila Bartis [Archipelago]
Killing Kanoko by Hiromi Ito [Action Books]
Jerusalem by Goncalo M. Tavares [Dalkey Archive]
Conquest of the Useless by Werner Herzog [HarperCollins]
Babyfucker by Urs Allemann [Les Figues]
Wittgenstein’s Nephew by Thomas Bernhard [Vintage]

no library journal


Agua, Perro, Caballo, Cabeza.
(Water, Dog, Horse, Head).
Tavares, Gonçalo M.

tr. by Ana M. García Iglesias. Mexico: Almadía. 2009. 91p. ISBN 978-607-411-026-5. pap. $10.95. STORIES

Agua, perro, caballo, cabezaAngolan Tavares is perhaps the most original author writing in Portuguese today. Winner of numerous prizes and high praise from Nobel laureate José Saramago, Tavares currently teaches epistemology at the University of Lisbon. In this collection of 25 stories, where the ordinary and unusual cross paths, Tavares employs a tender and delicate approach. Though clinical at times, he offers a variety of case histories concerning the mad, the feeble, and even the cruel. In “Napoleon and the Violin,” a character named D’Olivet is certain he is being stalked by Napoleon Bonaparte. The grandfather of an ugly six-year-old girl reflects on life’s unfairness and tries to shield her from what is to come in “The River’s Objects.” “The Fourth Kingdom” offers an unusual triple strand of tales and reflections initially based on the Richter scale and how the damage of an earthquake is comparable to the damage inflicted in other realms. These stories offer discriminating readers an introduction to a voice, rhythm, and style worth exploring; the translation is flawless. Every important library should have this book on their shelves; highly recommended. [See also Jerusalén, reviewed below.—Ed.]—Catherine Rendón, Savannah, GA

Jerusalén.
(Jerusalem).
Tavares, Gonçalo M.

tr. by Rita de Costa García. Mexico: Almadía. 2009. 225p. ISBN 978-607-411-028-9. pap. $21.95. FICTION

The author of novels, poetry, and short stories (see the collection Agua, Perro, Caballo, Cabeza, reviewed above), Tavares is poised for a long and distinguished literary career. It is not just the ease with which he writes but also his ability to weave deeper philosophical musings into the narrative that make him a master at his craft. This story brings together four individuals Jerusalenwhose actions culminate on the dawn of one May 29 in an unnamed city. Dr. Theodor Busbeck, one of the protagonists, is obsessed with trying to make sense of evil and violence and the ultimate horror that results from a series of circumstances and choices. He is so intent on a sweeping historical view of his subject that he fails to see the concatenation of events around him. Tavares deftly moves through the labyrinths of philosophical inquiry, sounding out the mysteries of human behavior. The starkness of the scenes and the immediacy of the characters’ reactions and thoughts are reminiscent of Georg Büchner’s play, Woyzeck. Lovers of Joyce, Saramago, Lobo Antunes, and Banville will be mesmerized and want to reread this book, which is bound to become a classic and a keystone in the author’s oeuvre. Highly recommended for all libraries and bookstores.—Catherine Rendón, Savannah, GA

Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

O Bairro em França

Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Aprender a rezar na era da Técnica (companhia das Letras) - Brasil

Os novos nomes do mal-estar na literatura contemporânea
(Roberto Bolaño e Gonçalo M. Tavares)


23 de Dezembro de 2008 -
por Alessandro Atanes * Portoliterário (Brasil)

Sei que as festas estão chegando, mas outra

força de fim de ano, a retrospectiva, aponta para um tema nada natalino, "o mal-estar na civilização", expressão com que Sigmund Freud nomeou um de seus mais importantes livros, publicado em 1930, entre as guerras mundiais. Isso porque 2008 foi frutífero em edições brasileiras de dois dos principais autores contemporâneos: o chileno Roberto Bolaño e o português Gonçalo M. Tavares.

Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

A Loucura do Homem sem Medo

Revista BRAVO! |Dezembro/2008 (Brasil)

Crítica - A Loucura do Homem Sem Medo

Com ''Aprender a Rezar na Era da Técnica'', o escritor português Gonçalo M. Tavares traça um retrato da esquizofrenia como há muito tempo não se via na literatura

Paula Barcello

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

O senhor Breton e a entrevista



(Caminho, novembro 2008)

Sobre o Bairro

"Gonçalo M. Tavares criou um Bairro portátil, um maravilhoso Chiado literário – que jamais arderá – onde compram pão e tomam aperitivos O Senhor Valéry, O Senhor Juarroz, O Senhor Walser, O Senhor Henri (Michaux), O Senhor Calvino, O Senhor Brecht, entre outros. O seu Bairro é de uma originalidade impressionante."

Enrique Vila-Matas


"Graças à lógica e ao desenho, o senhor Valéry encontrava sempre a solução."

Jacques Roubaud (no Prefácio à primeira edição francesa - os textos do sr. Valéry foram lidos numa sessão do OULIPO)


"universos lúdicos, engenhosos e humorados."

Bernardo Carvalho


“deliciosa invenção gráfico-literária”

Franco Marcoaldi - “la Repubblica”


"Cada um dos seus livros (ou série de livros) é um caleidoscópio que manipula a realidade para melhor a observar."

Alberto Manguel



Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Reacções em França

« Un Kafka portugais. Gonçalo M. Tavares va-t-il devenir um produit d' exportation au même titre que le porto ou la saudade?

Impossible de résumer ce roman radieusement noir sinon qu'il ne cesse de brouiller les frontières entre la raison et la folie, l'horreur et la dérision, l'absurde et la gravité. Entre les Marx Brothers et Hannah Arendt. Audacieux mélange à savourer phrase par phrase. »

Elisabeth Barillé, Le Figaro magazine

« Avec une sidérante maestria qui rappelle Kafka ou Gombrowicz, Tavares nous interroge sur des sujets aussi graves que le mal, la folie ou la peur. Loin d'un énième pensum à thèse, ce brillant Jérusalem n'exclut toutefois pas l'humour, à l'occasion de quelques digressions surprenantes – sur les chaussures, les poils pubiens ou le danger des blagues ! »

Baptiste Liger, Lire

« Jérusalem est un grand roman sur l'enfermement et l'oppression, où Tavares affirme que l'on peut être, à tour de rôle, victime ou bourreau, puisque la neutralité humaine n'existe pas. »

Christine Ferniot, Télérama

« Magistral réflexion kafkaienne sur la peur, la folie et la douleur »

Lire

« Jérusalem est un grand livre. Le jeune auteur Gonçalo M. Tavares y mène une réflexion magistrale sur les frontières souvent ténues qui séparent l'humain de l'inhumain, la raison de la folie. »

Allan Kaval, Marianne

« Un roman [...] qui fait férocement penser aux deux « K » de l'Est du XXe siècle : Kafka et Kundera. [...] Une ballade romantique et stridente entre raison et folie, le mal et la survie, l'inné et l'acquis. »

Hubert Artus, Optimum

« Le plus grand don du jeune romancier Gonçalo M. Tavares réside dans sa capacité, en tant qu'écrivain, à réduire le monde en fragments pour le reconstruire à nouveau, comme s'il s'agissait de sa propre création. Chacun de ses livres (ou série de livres) est un kaléidoscope qui manipule la réalité pour mieux l'observer […]. Jérusalem est peut-être sa création la mieux réussie, un chef-d'œuvre original, profond et intelligent abordant le thème de la souffrance humaine. […] Un drame complexe et émouvant sur l'aliénation du monde contemporain. »

Alberto Manguel

« Poète, romancier et dramaturge, pour [Tavares] la poésie n'est pas incompatible avec la logique mais relève plutôt d'une forme de science individuelle qui peut aborder tous les sujets et faire usage de toutes les formes de langage. »

Les Belles étrangères


« Les éditions Vivianne Hamy proposent, en magnifique traduction, un seul volet d'une trilogie d'un auteur né en 1970, surgi en littérature en 2001, déjà couvert de prix et ayant, dans sa précocité flamboyante, abordé tous les genres, du théâtre à la poésie. Il est grand temps de prendre ce train en marche. »


« Magistral ! Et follement réjouissant »

Marianne Payot, L' EXPRESS

« Rarement oeuvre romanesque a possédé autant de densité. En cela, le poète et romancier Gonçalo M. Tavares est une révélation. Pour tenter de cerner l'inquiétante beauté de ce drame, [...] il faut se tourner du côté de Georg Kaiser, de Gottfried Benn, d'Ernst Toller ou des premiers poèmes de Johannes R. Becher, de la littérature et du théâtre expressionnistes. »

S. F., Magazine littéraire

"Tavares, le Kafka de Lisbonne. Il y a des débuts qui ne trompent pas. Celui du premier roman de Tavares, jeune auteur portugais, ouvre la porte d'un véritable univers. Lisez «Jerusalém» !! »

Valérie Marin La Meslée, Le Point

« Jérusalem traite aussi de la résistance. Les fous et les déjetés: tous debout contre la police de la pensée. »


Claire Devarrieux, Libération


« Parabole en forme de spirale, empruntant son rythme au montage des films expressionnistes allemands, distillant l'angoisse d'un Kafka mais imposant la distance érudite d'un Borges. »

Antoine Perraud, La Croix


Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

França

Em França sobre Jerusalém e Mr. Valéry:

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Télérama, 15 Outubro 2008

Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Livros em França


Edição de Jerusalém em Francês com tradução de Marie-Hélène Piwnik, Éd. Viviane Hamy


Edição de O senhor Valéry em Francês com tradução de Dominique Nédellec, Éd. Viviane Hamy

Alguns dos artigos publicados em França sobre Jerusalém:

Le Magazine Littéraire, outubro 2008


Le Figaro magazine, 4 Outubro 2008

Ver também o artigo publicado no Zone Littéraire.

Edições no Estrangeiro

Brasil


No Brasil também foi recentemente editado Histórias Falsas pela Casa da Palavra.

México

Várias edições de Jerusalém

França


Roménia


Eslovénia


Hungria

Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970.
Desde dezembro de 2001 publicou romances, poesia, ensaio e contos.

Recebeu o mais importante prémio do Brasil - Portugal Telecom 2007;
o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004 com o romance - "Jerusalém" (Caminho);
o Prémio Branquinho da Fonseca da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso, com o livro O Senhor Valéry (Caminho);
o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores com Investigações.Novalis (Difel);
e o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores "Camilo Castelo Branco" com água, cão, cavalo, cabeça (Caminho).
Os seus livros deram origem a peças de teatro, objectos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, etc., bem como a teses académicas em Portugal, Brasil e Itália.

Em 2008 recebeu em Itália o Premio Internazionale Trieste.

"Aprender a rezar na Era da Técnica" é o seu último romance.

Vinte e um dos seus livros estão a ser editados em vinte países.




EDIÇÕES ARGENTINA

Foram lançados no início do mês de Maio na editorial Letranómada, (Buenos Aires, Argentina) os livros água, cão, cavalo, cabeça

e histórias falsas

numa tradução para o castelhano de Florencia Garramuño.
Recensões no diário O clarin, na Prensa Digital, no diário La Nación, entre outros.